
Durante anos, as VPNs foram o escudo digital das empresas.
- Acesso remoto? Liga-se a VPN.
- Trabalho híbrido? VPN.
- Equipas em movimento? VPN.
Mas esse modelo está a esgotar-se, e em muitos casos, já não chega, ou pior, abre portas a riscos que não se veem.
A verdade é que as VPNs foram desenhadas para um mundo que já não existe. Um mundo em que os colaboradores estavam, na maioria, num escritório. Em que os dados estavam num servidor físico. Em que o perímetro da rede era claro.
Hoje, trabalhamos de casa, do aeroporto ou de um cowork em Madrid. As aplicações vivem na cloud. Os dispositivos estão espalhados. A informação circula por redes públicas. E a VPN, que antes ligava tudo, tornou-se um túnel de riscos e frustração.
Segundo o relatório State of Zero Trust Security 2023, mais de 67% das organizações relataram incidentes relacionados com acessos remotos inseguros, com muitos apontando as VPNs como ponto vulnerável. E a Gartner já alertava desde 2021: “As VPNs tradicionais não são adequadas para os desafios atuais de cibersegurança”, recomendando a adoção de modelos como o SASE.
Porquê? Porque as VPNs:
- São difíceis de escalar com segurança.
- Dão acesso excessivo à rede (mesmo a quem não precisa).
- Criam zonas cegas para a equipa de IT.
- Introduzem latência e reduzem a experiência de utilização.
- Dão uma falsa sensação de segurança.
Existe alternativa? Sim. E já está disponível.
Soluções como o FireCloud Total Access da WatchGuard permitem abandonar a lógica do “tudo ou nada” das VPNs. Integram funcionalidades como ZTNA (Zero Trust Network Access), Firewall as a Service (FWaaS) e Secure Web Gateway (SWG), tudo num modelo SASE, gerido na cloud.
Na prática, o que muda?
- O utilizador só acede ao que precisa.
- O tráfego é filtrado antes de chegar ao endpoint.
- A gestão é feita numa consola central com visibilidade total.
- As políticas acompanham o colaborador, esteja onde estiver.
Na Compuworks, já ajudámos várias empresas a dar este salto: deixar o modelo herdado e abraçar um acesso moderno, seguro e escalável. Porque a pergunta já não é “se” deve evoluir. É “quando”.
Saiba mais sobre como modernizar o seu acesso remoto com o FireCloud Total Access.




