
Durante muito tempo, a resposta para qualquer necessidade de acesso remoto era simples: VPN. A Virtual Private Network tornou-se uma espécie de “porta segura” entre os colaboradores fora do escritório e os sistemas internos da empresa. Mas os tempos mudaram,, e o modelo também precisa de evoluir.
O mundo mudou, e o modelo tradicional ficou para trás
As VPNs foram desenhadas para uma realidade diferente da atual:
- Utilizadores fixos, num escritório;
- Aplicações alojadas em servidores locais;
- Um perímetro de rede claro e bem definido.
Hoje, essa visão já não corresponde à realidade de muitas empresas:
- As equipas trabalham de casa, de outros países ou de espaços de cowork;
- Os dados vivem na cloud e os sistemas estão distribuídos;
- O perímetro de segurança dissolveu-se, e com ele, a eficácia das soluções tradicionais.
Os riscos de continuar a depender apenas da VPN
Apesar de muitas organizações ainda confiarem na VPN, os riscos são reais, e cada vez mais visíveis:
- Acesso excessivo e descontrolado: a VPN liga o utilizador à rede inteira, mesmo quando só precisa de um sistema ou aplicação.
- Falta de visibilidade e controlo: torna-se difícil monitorizar o que acontece dentro do “túnel seguro”.
- Baixo desempenho: o tráfego todo passa por um ponto central, o que pode provocar lentidão e frustração.
- Exposição a vulnerabilidades: muitas VPNs legadas têm falhas conhecidas exploradas por atacantes.
- Falsa sensação de segurança: o facto de existir uma VPN não significa que o acesso seja seguro por defeito.
O que o mercado está a fazer? A mudança para o modelo Zero Trust
O conceito de Zero Trust Network Access (ZTNA) tem vindo a ganhar tração. Ao contrário da VPN, este modelo assume que nenhum acesso é confiável por defeito, mesmo que venha do interior da rede. Cada pedido de acesso é verificado com base em:
- Identidade do utilizador
- Dispositivo utilizado
- Localização e contexto
- Políticas definidas previamente
Além disso, ao invés de abrir toda a rede, o acesso é feito por aplicação, com visibilidade e controlo granular.
Um exemplo real: FireCloud Total Access da WatchGuard
Soluções modernas como o FireCloud Total Access da WatchGuard aplicam este modelo na prática. Através da cloud, integram:
- FWaaS (Firewall as a Service)
- SWG (Secure Web Gateway)
- ZTNA (Zero Trust Network Access)
Permitindo assim um acesso remoto seguro, inteligente e gerido centralmente. Para empresas que operam em ambientes híbridos ou 100% cloud, este tipo de solução representa um passo importante para modernizar o seu modelo de segurança.
A cibersegurança precisa de acompanhar a realidade do trabalho
A forma como trabalhamos mudou, e é natural que as ferramentas de segurança também tenham de mudar. Continuar a depender apenas da VPN é como tentar proteger uma casa moderna com uma chave antiga. Funciona… até deixar de funcionar.
Se a sua empresa está a repensar o modelo de acesso remoto, o primeiro passo é questionar: a VPN ainda é suficiente?
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