
Durante anos, falámos de firewalls, antivírus e redes seguras. Hoje, a realidade é outra: o email é, de longe, o principal vetor de ataque às empresas.
Phishing, ransomware, fraude por spoofing, roubo de credenciais, compromissos de contas internas. Tudo começa, quase sempre, com uma mensagem aparentemente legítima, enviada no momento certo, à pessoa certa.
E não, isto já não é um problema de “falta de atenção dos utilizadores”. É um problema estrutural.
O email continua a ser a porta de entrada preferida dos atacantes
Os dados são claros e consistentes em estudos independentes: a esmagadora maioria dos incidentes de segurança começa no email.
Não porque as empresas não investem em tecnologia, mas porque o email combina três fatores críticos:
- Confiança, todos usamos email para comunicar internamente e com parceiros
- Volume, milhares de mensagens por dia tornam impossível a validação manual
- Contexto, os ataques são cada vez mais personalizados e credíveis
Quando um utilizador recebe um email que parece vir da administração, de um fornecedor ou de um colega, a decisão é tomada em segundos. E é aí que o ataque acontece.
Onde entram as camadas adicionais numa estratégia de Microsoft 365
O Microsoft 365 integra mecanismos de segurança importantes e cada vez mais relevantes no contexto empresarial. É, para muitas organizações, a base natural da colaboração e da comunicação.
No entanto, à medida que os ataques por email se tornam mais sofisticados e direcionados, as próprias boas práticas do mercado apontam para a adoção de camadas adicionais especializadas, sobretudo em ambientes com maior exposição, exigências de compliance ou dependência crítica do email.
Na prática, o que observamos no dia a dia das empresas não é uma falha da plataforma, mas sim a necessidade de reforço em áreas muito específicas, como:
- Deteção avançada de phishing altamente contextualizado
- Ataques de impersonation que exploram relações internas e externas
- Visibilidade mais detalhada sobre padrões e campanhas de ataque
- Backup e recuperação de email pensados para cenários reais de continuidade
Não se trata de substituir o que existe, mas de complementar a base com soluções desenhadas de raiz para responder a estas camadas de risco.
Num cenário atual, confiar apenas numa única linha de defesa é uma decisão legítima, mas as organizações mais maduras optam por modelos de segurança em camadas, alinhados com o seu nível de risco e criticidade do negócio.
O que distingue uma abordagem mais madura à segurança de email
Quando falamos de email security a sério, falamos de três pilares: prevenção, continuidade e conformidade.
É aqui que soluções especializadas como a Hornetsecurity fazem a diferença, não por marketing, mas por arquitetura e foco.
- Proteção avançada contra phishing e malware, com análise comportamental e contextual, não apenas baseada em assinaturas
- Backup e continuidade de email, garantindo acesso à informação mesmo em falhas, ataques ou erros humanos
- Compliance e proteção de dados, alinhadas com requisitos europeus, incluindo RGPD, retenção e auditoria
Mais do que bloquear emails, trata-se de assegurar que o negócio continua a funcionar, mesmo quando algo falha.
Segurança de email já não é um “extra”, é uma decisão estratégica.
Hoje, proteger o email não é apenas uma questão de IT, mas sim uma decisão de gestão de risco.
Quando um ataque por email pára uma operação, expõe dados ou compromete a confiança de clientes e parceiros, o impacto é direto no negócio.
A pergunta que as empresas devem fazer não é “temos proteção suficiente?”, mas sim: se algo correr mal amanhã, estamos preparados para continuar?
É aí que a maturidade da estratégia faz toda a diferença.




